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  • Foto do escritorKelly Rossi

Parceria CIA das Letras - agosto 2022


Eu n√£o poderia estar mais feliz com esse recebido. ūü•į


A vida e as opini√Ķes do cavalheiro Tristram Shandy de Larurence Sterne era um grande desejado do segundo semestre de 2022.


A edição especial de ensaio sobre a cegueira de José Saramado está impecável. Está Recheadinho de textos extras e já estou ansiosa para conferir tudo. Começo a leitura em Setembro.


Memorial de Aires do Machado de Assis √© minha primeira edi√ß√£o da Peguin nessa edi√ß√£o laranja, j√° quero todos.ūüß°


Sobre a toler√Ęncia de Locke e Voltaire √© um n√£o fic√ß√£o que est√° me chamando de n√£o interessante que promete ser.


Vou deixar a sinopse de cada um abaixo. Já leu algum deles? Qual você ficou mais interessado em ler?



"Obra-prima de Sterne com tradução de José Paulo Paes, Tristram Shandy volta às livrarias brasileiras em nova edição.


Obra-prima do humor e da s√°tira social, A vida e as opini√Ķes do cavalheiro Tristram Shandy √© o testamento liter√°rio de Laurence Sterne. Estruturada como uma sequ√™ncia de conversas alimentadas por um anti-her√≥i sempre disposto a mais dois dedos de prosa, ela √© comparada a Dom Quixote de Cervantes e Tom Jones de Fielding. Esta ‚Äúautobiografia‚ÄĚ, publicada em nove volumes a partir de 1759, √© povoada por alguns dos personagens mais espirituosos da fic√ß√£o inglesa. Parte romance, parte digress√£o, ela envolve o leitor em um labirinto criativo que antecipa tend√™ncias at√© mesmo do p√≥s-modernismo. Grande influ√™ncia em autores do mundo todo, entre eles Machado de Assis e seu Mem√≥rias p√≥stumas de Br√°s Cubas, o livro √© considerado um dos pilares do romance moderno por ter distanciado em definitivo este g√™nero da poesia e do teatro.


Tradução, introdução e notas de José Paulo Paes."




"Edição especial da obra-prima de José Saramago, com prefácio de Julián Fuks e fortuna crítica.


Publicado pela primeira vez em 1995, Ensaio sobre a cegueira √© uma verdadeira viagem √†s trevas da humanidade. Neste cl√°ssico moderno da literatura em l√≠ngua portuguesa, o leitor √© dragado para um cen√°rio devastador, onde uma "treva branca" passa a assolar a sociedade, espalhando-se incontrolavelmente. Toda a popula√ß√£o deixa de enxergar, exceto por uma mulher, que se passa por cega para acompanhar o marido na quarentena compuls√≥ria a que todos foram submetidos. Presos √† nova realidade, os cegos se descobrem reduzidos √† ess√™ncia humana. No ano em que se celebra o centen√°rio de nascimento do autor, vencedor do pr√™mio Nobel de literatura em 1998, a Companhia das Letras lan√ßa uma edi√ß√£o especial, com projeto gr√°fico de Raul Loureiro e obra de William Kentridge na capa, al√©m de pref√°cio in√©dito de Juli√°n Fuks e fortuna cr√≠tica com textos de Leyla Perrone-Mois√©s, Marco Lucchesi e Maria Alzira Seixo. Os leitores tamb√©m ter√£o acesso aos trechos de Cadernos de Lanzarote em que Saramago trata do processo de escrita da obra, selecionados e organizados por Graciela Margarita Casta√Īeda e Pedro Fernandes de Oliveira Neto."


"Um livro de fazer chorar, um livro de enternecer, e estranhamente talvez seja pelas l√°grimas que ele nos salva." ‚ÄĒ Juli√°n Fuks



"Publicado no ano de sua morte, este √ļltimo romance escrito por Machado de Assis, organizado como uma s√©rie de entradas de di√°rio, √© um retrato fiel e emocionante tanto da hist√≥ria do Brasil quanto da solid√£o da velhice.


√öltimo romance escrito por Machado de Assis, Memorial de Aires foi publicado em 1908, ano da morte do autor. Intimista e atento aos detalhes do cotidiano, conta m√ļltiplas hist√≥rias de personagens diversos em idade e classe social, constituindo um caleidosc√≥pio que se modifica a cada leitura. Composta em forma de di√°rio, a obra abarca os anos de 1888 e 1889 ‚Äē absolutamente centrais para a hist√≥ria do Brasil ‚Äē da vida do diplomata aposentado Jos√© da Costa Marcondes Aires e de seu c√≠rculo de rela√ß√Ķes. Aqui, o conselheiro Aires, personagem que j√° aparecera em Esa√ļ e Jac√≥, compartilha com o autor a condi√ß√£o de viuvez. Ao tratar da velhice e da solid√£o, Machado de Assis constr√≥i um livro que, apesar de parecer discreto, tem fundo irremediavelmente complexo e amb√≠guo e d√° testemunho da viol√™ncia presente na realidade social brasileira.


Introdução, estabelecimento de texto e notas de Marta de Senna e Marcelo Diego."




"Jun√ß√£o de dois textos fundamentais da filosofia moderna, Sobre a toler√Ęncia reflete tanto sobre nosso papel na sociedade quanto sobre os esfor√ßos necess√°rios para se alcan√ßar o bem comum.


Dois textos fundamentais da filosofia s√£o aqui reunidos em uma √ļnica edi√ß√£o. Escrita por Locke durante um per√≠odo de grande efervesc√™ncia pol√≠tica na Europa e publicada pela primeira vez em 1689, Carta sobre a toler√Ęncia foi ‚ÄĒ ainda que limitado ‚ÄĒ um dos mais eloquentes apelos do s√©culo XVII para o fim da persegui√ß√£o religiosa. J√° Tratado sobre a toler√Ęncia, de Voltaire, nasceu como resposta a um erro judici√°rio na Fran√ßa, em 1762, quando um comerciante huguenote foi acusado e executado em raz√£o do suic√≠dio de seu filho. O fil√≥sofo vivia longe do local do crime, mas ao se inteirar do assunto escreveu essa r√©plica preocupada com a hostilidade religiosa francesa. Ambas as obras refletem sobre o que significa viver em sociedade, e quais os limites que conseguimos romper em nome de um ideal comum. Documentos hist√≥ricos que pensam as conflu√™ncias da vida p√ļblica e privada, os textos que comp√Ķem Sobre a toler√Ęncia s√£o leitura indispens√°vel para os dias atuais."

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